A exposição estrutural frente a moedas fortes evidencia uma assimetria, impactando severamente o poder de compra real do capital que permanece 100% ancorado em reais a longo prazo.
O ambiente global concentra as maiores capitalizações e teses de inovação em setores (como tecnologia e saúde) que possuem escala e liquidez praticamente inexistentes na bolsa doméstica.
A classificação de crédito atual do Brasil reflete instabilidades fiscais e políticas, diferenciando o perfil de risco local em relação à segurança institucional de economias maduras.
Diferente de investidores na Alemanha, Japão ou Chile, o brasileiro comum ainda sofre de Home Bias, mantendo a vasta maioria de seu patrimônio exposto aos riscos de uma única jurisdição.